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ilustres — matilda — 6 de setembro de 2018

HAVE YOU EVER BEEN EXPERIENCED?

Durante dois meses, a Matilda se entregou à experiência da livre-criação e o resultado desse processo intenso está aqui

1967 foi um ano de profundas transformações culturais e de grandes criações artísticas. O despertar dos hippies, Woodstock, o amor livre, a contracultura, guerra do Vietnã, a  Tropicália, ditadura militar no Brasil…Tudo confluía para um movimento de ruptura de costumes e visões.

No meio dessa efervescência utópica, um guitarrista negro remodelava tudo o que se entendia por som eletrificado para lançar um desafio em forma de questionamento: Are you experienced?

A provocação feita lá atrás por um jovem Jimi Hendrix cai muito bem à intenção da Matilda de se experimentar. Foi com o desejo de explorar os próprios limites que nossa equipe deu vazão à criação mais intuitiva, desapegada de filtros e da tentativa de conceituar tudo o que se pretende arte.

 

Criar e apenas observar a cria. Senti-la.

 

Foram dois meses misturando pessoas, técnicas, mídias, ideias e sentimentos. Quem recebia o chamado tinha apenas uma tarefa: entregar um conteúdo autoral genuíno.

Conseguimos despertar a sua curiosidade? O resultado dessa série de experimentos a gente confere a seguir. Boa viagem.

 

experimento #1 | oráculo espetáculo

 

Um momento de fritura livre e elucubrações sobre tempo espaço e memória.

experimento #2 | renderconstruir

 

Depois da desconstrução do paradigma, a renderização dos conceitos é o próximo estágio rumo à utopia.

experimento #3 | R-complex

 

O Cérebro Reptiliano é uma organização mental primitiva, capaz de promover apenas reflexos simples, como a própria sobrevivência.

experimento #4 | coletivo-individual

 

A individualidade versus a coletividade é uma contradição que assombra todo artista. Porém, a arte coletiva nos traz novas possibilidades, amplia nossa voz e nos leva a lugares que sozinhos seria impossível chegar.

  

  

experimento #5 | o corpo em uníssono

 

Tratar o corpo com gentileza causa estranheza, porque é como se não fosse nós mesmos, mas sim como se o corpo fosse separado da nossa mente, entretanto é tudo a mesma coisa. É tudo um só. Texto completo: https://bit.ly/2Jep1am

experimento #6 | vulva vulcânica

 

Questionar o tabu da masturbação feminina. Falar, tocar, olhar, explorar, descobrir. Vagina, buceta, perereca, piriquita, pepeca, berenice, carolzinha, larissinha, cabeluda, carequinha. Sem vergonha e sem calcinha.

experimento #7 | r u í d o s

 

Os sons da bagunça informam que o endereço muda. A desconstrução de uma rotina pertinente para o desconhecido de um novo espaço.

Continue acompanhando nossas redes sociais para saber o que vem por aí.